Meu Perfil
BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Música, Livros
MSN - anap_mathias@hotmail.com



Histórico
 08/10/2006 a 14/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 06/08/2006 a 12/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 23/07/2006 a 29/07/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 09/07/2006 a 15/07/2006
 02/07/2006 a 08/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 16/04/2006 a 22/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 26/03/2006 a 01/04/2006


Categorias
Todas as mensagens
 Citação


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 Brainstorm9
 EhDUCA
 Cadê o briefing
 Advertising / Design
 Cérebro Criativo
 Amazing Design
 Publicidade de saia
 Brifando
 Blue Bus
 Vox News
 Yahoo
 ORKUT
 Academia de Criatividade
 Revista Publicidad
 Blue Vertigo
 Getty Image
 Key Stone
 Janela
 Propaganda & Marketing
 Dafont
 Fabrica
 Coletiva
 Desencannes
 Young Creatives
 Biblioteca Nacional
 E-Book
 THEiSPOT
 Ranzinza
 NoMínimo
 Blog do Adonis
 Querido Leitor
 Cinema em casa


 
Cá Aqui


 

Realmente as pessoas não sabem trabalhar. Tá bom, não vou generalizar, mas a grande maioria não sabe mesmo.

É sofrível ver o departamento de atendimento e produção que, na verdade, é mantido por duas pessoas ignorantes na área e na própria personalidade, levarem tudo para o pessoal pelo fato de não entenderem os processos de trabalho. Difícil? Difícil é apelido.

Dá até dó de ver a produção batendo a cabeça com ela mesma. Isso mesmo! A produção é uma pessoa só que se confunde com, nada mais, nada menos, do que a própria produtora. Apesar que ela tem quase 45 anos e ainda não descobriu se ela é ela... ou ele.

Mas difícil ainda é conviver com um atendimento, mantido também por uma única pessoa que não sabe o que diz, que é a noiva do dono, a rainha da cocada preta. E esse dono é uma pessoa totalmente ausente do que rola na empresa. Pelo que soube, uma das suas últimas broncas em um dos diretores de arte foi através de um bilhete que consistia na seguinte mensagem: “Se voçe esquesseu de assinar a pessa, vou esquesser de assinar o seu xeque no final do mês”. Está escrito exatamente assim. É um documento histórico do que resume a vida: é preciso ter grana e não conhecimento.

A sorte dessa pseudo-atendimento é ser A NOIVA DO DONO. Taí, uma que deu sorte na vida, vai! Eu tenho que admitir e admirar que a muié tem o dom. Resumindo: é claro que ela pode deitar e rolar em cima da própria burrice sem se preocupar com a hora do Brasil.

Daí, eu penso: é engraçado o que a gente tem que passar na vida, né? E ainda por cima, ver toda essa burrice espalhada aos quatro cantos e ter essa experiência como mais um aprendizado. Tudo é sinônimo de aprendizado, provação, maturidade e eu não agüento mais. Vai ver eu não tenho competência pra ser tão madura quanto eu imaginava. Vai ver eu não tenho paciência pra agüentar toda essa provação de vidas que passaram e que eu nunca saberei o que aprontei para merecer cair nessa armadilha.

Às vezes o que eu mais quero é voltar a ser criança e acreditar nas pessoas, e não conviver com esses três vampiros burros que sugam, sugam, sugam, embalsamados na maior incompetência que eu já vi na face do planeta. Bom, mas não sou eu que dou pro dono e também não faço parte da panela que puxa o saco de quem dá pra ele.

Eu sei o que eu tenho que fazer para melhorar. Isso é só um desabafo.



Escrito por Ana Paula Mathias às 15h53
[] [envie esta mensagem]



Deu bobeira no departamento de criação. Nada mais legal do que terminar o dia relembrando as músicas que cantávamos errado quando éramos crianças. As pérolas que saíram:

 

“Na madrugada vitrola rolando um blues, tocando de biquíni sem parar. Sinto por dentro um força vibrando, uma luz”. (Cláudio Zoli)

 

“Eu perguntava do holandês. E te abraçava do holandês. Lembrar você, um sonho a mais não faz mal”. (Roupa Nova)

 

“Alagados, ceis estão. Favela da maré. A esperança não vem do mar, nem das antenas de TV” (Paralamas do Sucesso)

 

“No fim de semana, de noite na Barra. Loucura me dava de novo na Barra” (outra do Cláudio Zoli)

 

“Na rua, na chuva, na fazendo ou numa casinha de saquê...” (Kid Abelha)

 

Morei no alto, bonito e sensual. Talvez eu seja a solução dos seus problemas” (Erva Doce)

 

Chega! Alguém tem que trabalhar.



Escrito por Ana Paula Mathias às 18h44
[] [envie esta mensagem]



Essa música merece. Ainda mais porque tem festinha hoje a noite. Já entro no ritmo pra esquentar.

Cher - This is a song

When you're standing on the edge of nowhere / There's only one way up / So your heart's gotta go there / Through 
the darkest nights / See the lights shine bright / When heroes fall in love or war / They live forever
This is a song for the lonely / Can you hear me tonight? / For the broken hearted, battle scarred / I'll be by 
your side / And this is a song for the lonely / When your dreams won't come true / Can you hear this 
prayer / Cause someone's there for you 
Well love don't need a reason / She can pick you up or leave you bleeding / I've seen a strong man 
cry / I know the reason why / We all forgive / We all forget / And just keep believing
(Don't give up) So let it find you / (Just hold on) Wherever you may go / (Hear me now) I'm right beside you / 
You don't have to look no more / You don't have to look no more


Escrito por Ana Paula Mathias às 11h50
[] [envie esta mensagem]



Na grande maioria das vezes uma pedra de gelo diminui a aflição. Parece que eu sou uma mulher na menopausa e nem cheguei aos 30 anos. Pode ser o remédio. Só pode!



Escrito por Ana Paula Mathias às 11h21
[] [envie esta mensagem]



Primeiro foi uma pequena pesquisa que fiz através da net. Guardei o endereço eletrônico. Segundo, entrei para dar uma fuçada com mais tempo de ler a proposta de ensino. Terceiro, me apaixonei pela criatividade do desenvolvimento dos trabalhos que são feitos no local. Quarto,  dei uma corridinha até o endereço físico ontem no final da tarde. E, por fim, me apaixonei pela proposta.

Foi assim, nesta seqüência, que conheci o IED – Istituto Europeo di Design. Escrito assim mesmo pois sua sede fica em Milão. Mais do que uma proposta diferente, dá para concluir qualquer opção de curso na Itália, com professores feras de cada área específica.

Talvez eu entre de cabeça no meu Plano B antes do que imaginava. Aí, eu vou pra Milão.



Escrito por Ana Paula Mathias às 15h34
[] [envie esta mensagem]



Um projeto liderado por Leo Jaime só poderia dar em coisa boa dos anos 80. Dica bacanérrima de show ao vivo em DVD. É pra sair cantando todas as faixas sem medo de desafinar.



Escrito por Ana Paula Mathias às 13h27
[] [envie esta mensagem]



Estréia amanhã, dia 23/08 no Teatro Fecomercio, a peça “Família Muda-se”.

O interessante dessa peça é que, depois dos aplausos finais, TODOS OS OBJETOS DE CENA ESTARÃO A VENDA (para fazer um trocadilho ao título, ou seja, quando alguém vai se mudar, a maioria das vezes uma ou outra mobília é negociada para troca ou venda).

Nesse caso específico, TODAS ESTARÃO A VENDA. Imagine levar para casa, por exemplo, o sofá ou o ventilador utilizado em cena? Bom, se o Rodrigo Santoro sentasse no tal sofá durante 1 segundo que fosse, a peça seria disputada a tapa.

Outra pergunta: será que eles têm reposição da cenografia para a apresentação do dia seguinte?

Essa eu quero ver. E saber.



Escrito por Ana Paula Mathias às 13h26
[] [envie esta mensagem]



Agora que eu descobri como é que se sabe quando um mobiliário urbano de Painel de Relógio Eletrônico (aqueles que ficam espalhados pela cidade e marcam a hora e a temperatura) é pirata ou não, eu pareço uma boba olhando todos que passam por mim. E quando eu diferencio um do outro, eu penso olhando para o falsificado: “Olha como eu sou esperta! Tem mais um idiota achando que EU sou a idiota.”. E fico toda cheia envolvida em meus pensamentos de ética e bons costumes da propaganda realizada conforme as devidas leis. E como a impunidade é geral.

Aí, eu lembro do que eu ouvi do Arnaldo Jabor na CBN. Ele dizia assim, quanto ao crime, quanto a má politicagem, quanto a baderna correndo solta e afins: “Há 30 anos atrás dava-se um jeito. Hoje, não tem mais jeito”.



Escrito por Ana Paula Mathias às 12h25
[] [envie esta mensagem]



Como não vou ao cinema, tenho que esperar os filmes saírem nas locadoras. Por isso, não sou atrasada quando comento um filme que alguém assistiu há 3 ou 4 meses. Falo isso porque bloguei a respeito do filme O Sol de cada manhã e uma amiga minha que vira e mexe acessa o Cá Aqui disse: “Pô, faz um tempo que vi este filme no cinema e só agora você escreve sobre ele?”.

Bom, esta pergunta agora está respondida. Isso porque ela é minha amiga há anos e sabe que eu não faço questão de cinema. Sou paciente para assistir a um determinado filme na comodidade da minha casa.

Antes de ontem assisti Um lugar para recomeçar. Gostei do roteiro mas acredito que eu esperava mais depois que vi o trailler em um outro DVD. Lógico que não há o que falar a respeito dos atores Robert Redford e Morgan Freeman. Ambos estão um espetáculo. Ao contrário da Jennifer Lopez, a qual já havia feito um filme parecido como esse onde ela também apanhava do marido e fugia com a filha para milhares de lugares, até ser encontrada pelo mesmo. O filme é conhecido como Nunca Mais (Enough). Na verdade, sobre a sua atuação, prefiro este último. Ela está ótima quando faz as aulas de boxe para dar uma lição assim que estiver na frente do maridão. Atuação nota 10, se tratando da atriz que, na maioria das vezes, parece estar pouco à vontade em cena.

Um lugar para recomeçar vale a pena para quem quer terminar o sábado a noite tranqüilo e dormir bem.



Escrito por Ana Paula Mathias às 11h07
[] [envie esta mensagem]



Gift Fair 2006

 

MA-RA-VI-LHO-SA! Logo de cara aparece um stand com produtos importados da Índia. Uma tentação! Ao lado, encontra-se duas Chinas (uma mais moderna e outra mais tradicional).

Corredores intermináveis de balagandans do Brasil inteiro. Stands conceituais, stands coloridos, stands com milhares de luzinhas, stands de Natal e, acredite se quiser, stand de Páscoa.  Qualquer coisa que um lojista precisa, está ali.

Há 6 anos, lembro de ter freqüentado a feira em busca de brindes diferentes, idéias novas para criação de um conceito promocional. Fiz contatos interessantes pois, na época, encontrei várias coisinhas legais e inúmeros presentinhos que supria a necessidade da agência a qual eu trabalhava. O lema era: mimos bonitos e baratos.

A gift deixou de ser gift no decorrer desses 6 anos. Atualmente, é uma feira de presentes para aquele lojista que procura novidades e destaque na área de decoração, artesanato, cama, mesa e banho. Lógico que ainda existem os presentinhos porém, são muito caros. Para o setor empresarial, o ideal é a Bríndice mesmo.

A Gift de hoje é o retrato fiel de uma campanha que merece destaque na Revista Vogue Casa.

 

Só um parêntese para terminar:

- objeto do meu desejo: uma almofada vermelha com aplique de rosas vermelhas. Eu ainda vou ter uma dessa pra enfeitar a minha cama. O pior é que eu passo tão mal que esta noite até sonhei com ela.



Escrito por Ana Paula Mathias às 10h40
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]