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Cirque du Soleil
Eu estou muito triste que não vou à apresentação do Cirque du Soleil. Muito, muito. E foi a maior marcação da minha vida pois eu já sabia que eles viriam ao Brasil desde o começo deste ano. Aí, os ingressos esgotaram. Abusei dos meus contatos para ver se eu descolava alguma coisa. NA-DA.
Vai ficar para o ano que vem, quando o espetáculo “Saltimbanco” retorna ao país.
Enquanto isso, eu babo nas peças que são criadas. A Rua Funchal está com uma fachada simplesmente maravilhosa, graças ao VISA – um dos patrocinadores do evento. Passar a noite pela tenda que está armada é como rememorar os documentários que já vi nos canais a cabo a respeito da turma toda. Chego ao exagero absoluto quando bate a vontade de chorar. Vontadinha.
Acabei de ver outra peça. Agora da TAM, que apóia o evento cultural. Não só criaram uma programação visual inusitada para as aeronaves, como também foram desenvolvidos materiais de decoração para as lojas da companhia, para as áreas dos aeroportos e shoppings centers. Boa Y&R!

Escrito por Ana Paula Mathias às 16h33
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Nunca eu tinha visto uma campanha de estúdio de tatuagem e piercing. Quer dizer, não assim como esta que será lançada na semana que vem. A Art Factory é a primeira. E carioca. Achei muito bacana o ar de arte no corpo que a agência criou para mostrar que a tatoo é relamente uma arte no corpo. O uso da moldura de um quadro foi o diferencial. Quero ver nas ruas.

Escrito por Ana Paula Mathias às 15h40
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Verídico
A história de um homem que conseguiu uma casa através de trocas que começaram com um mísero clip vermelho. Dá pra acreditar? Tanto dá que a DreamWorks comprou esta idéia de um canadense chamado Kyle MacDonald que começou o tal troca-troca no dia 14 de julho de 2005. Bom, ele conseguiu chegar até uma casa no dia 05 de julho de 2006. Só na base do troca aqui, troca ali.
Eu só queria saber o que leva uma pessoa a fazer esse tipo de coisa? Testar a burrice humana? A paciência? Ou, quem sabe, a perspicácia, a ousadia, a inteligência?
Bom, apesar que poderia ser mais difícil, ou seja, ele poderia estar enfiado numa cabine com isolamento acústico, provido de um fone de ouvido com música no último volume, gritando SIM ou NÃO aleatoriamente para objetos como 1 caixa de fósforo, 1 chiclete, 1 lambreta, 1 coelho ou 1 nada. E, no final, ele ainda sairia com o mais famoso rará... rirri...
Ah!, só para constar: a DreamWorks não sabe se o material renderá um futuro reality show, uma série para TV ou um filme. É esperar pra ver.
Escrito por Ana Paula Mathias às 15h14
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O talento que deixo transparecer é resumido, hoje, em gestos e palavras negativas pela maioria das pessoas que convivo na agência onde estou. Principalmente por aquelas que não têm algum porque simplesmente não nasceram com a “sacada” (esta é a agência da palavra sacada que eu comentei em outro texto na semana passada) ou até hoje não encontraram o que vieram buscar na vida. Daí, sem dó nem piedade, você é esmagada pelo desdém, pela indiferença e tudo isso me mata por dentro. É como se eu deteriorasse por minuto (às vezes eu acho que eu sofro demais sem necessidade).
Demonstrações de raiva foram o ápice deste dia proveniente da grande notícia de que ganhamos uma conta. Parabéns!!! (é o que qualquer ser normal pensaria). Ainda mais quando, pelo histórico da empresa, é um objetivo que se tenta alcançar há pelo menos 1 ano.
O “PROBLEMA” é que a conta veio para a agência mediante a apresentação de um roteiro de 15 minutos escrito por mim. O outro “PROBLEMA” é que estou nessa agência há pouco tempo e, por esse motivo, eu deveria representar o papel de burra por um período.
Sim, por incrível que pareça a notícia de “ganhamos a concorrência” foi recebida como se um parente próximo tivesse morrido. É lógico que isso aconteceu por parte daquelas pessoas que deveriam nascer novamente para encontrar o próprio talento. Se encontrar!
Aí, eu li uma frase no orkut de um conhecido meu onde ele coloca bem grande a frase: A INVEJA É UMA MERDA.
E é mesmo!
Escrito por Ana Paula Mathias às 10h30
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Chupão
E cada vez mais os programas de TV importam as atrações internacionais. Importam é a maneira educada de dizer que a TV brasileira está mesmo chupinhando tudo o que vem de fora. Está certo? Está errado? Nenhum dos dois. Está é faltando criatividade na cabeça dessas pessoas que trabalham nesse meio pseudo-artístico nacional chamado TV, ou melhor, produção de TV. Está é faltando um pouco do vestir a camisa do “risco do negócio” em testar um lance diferente no ar.
Há quem pense que o apresentador Luciano Huck é o mestre da criatividade. Não. Nem ele, muito menos a produção do seu cansativo “Caldeirão do Huck”. Uma pena, pois o cara é inteligente e sabe fazer dinheiro como ninguém. Já não bastava o “Lata Velha”, chupado do famoso quadro do canal People & Arts chamado American Chopper (a briga entre pai e filho são hilárias), agora ele está com o “Lar Doce Lar” (agora sei lá quando, né? Vi esses dias). Ah!, esqueci de falar: Sabe de onde foi o chupão? Do próprio canal People & Arts (esse povo da produção do Caldeirão está mesmo fanático nesse canal, hein?). E com certeza será mais uma versão brasileira bem mal feitinha baseada no lado emocional dos coitados dos participantes. Deus me livre!
Não acreditei quando vi um dos quadros do “Lata Velha” e o Luciano lá, com um texto todo mela cueca de araque, fazendo com que o participante e sua família puxasse um choro lá do fundo da alma. E quando o apresentador percebia que estava quase conseguindo a façanha, a câmera fechava na cara do coitado exposto ao ridículo e a voz, de novo, do apresentador e seu texto dizendo: “-Calma, você conseguiu realizar o seu sonho”. Tenha dó! Ô produção, por favor! Ou senão: mudem de canal, pelo menos.
De todas as versões brasileiras que conheço, o Caldeirão do Huck passa longe do padrão Globo de qualidade que, por sinal, já faz tempo que não vejo a tal da qualidade que tanto se comenta (salvo as novelas, é claro).
Mais chupadas:
® Quadro “Saindo com a Sogra” – chupado da MTV americana. Só assim pra Eliana dar Ibope em seu programa “Tudo é possível”;
® Quadro “Se vira nos 30” – comprado do estúdio FOX. Minha pergunta é: Por que o Fausto Silva apresenta um quadro onde ele está mais por fora do que dentro das atrações? E isso é visível. Alguém? Alguém, por favor, por favor? Alguém, pelamordedeus? Alguém diz alguma coisa pra ele?;
® Quadro “Dança dos Famosos” – chupão da BBC. Tudo bem que a minha avó ama de paixão esse quadro, mas alguém já viu a versão londrina? Então tá!
® Big Brother, IDOLS, Casa dos Artistas e por aí.
Eu sei que isso acontece (pó, ta aí pra quem quiser ver), sempre aconteceu e que, nos últimos 10, 12 anos, esse tipo de estratégia tomou uma força sem igual. Tudo culpa do Sílvio Santos?... rá, rá, rá... essa foi boa.
Se for, chamem pela ajuda dos universitários, por favor... Ou melhor, dos publicitários - quem sabe assim a gente manda alguma coisa daqui do Brasil pra lá.
Escrito por Ana Paula Mathias às 14h24
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Johnny and June
Tá! Eu confesso que eu ainda não conseguir assistir ao filme “Camisa de Força”. E admito até, excepcionalmente por causa disso, que eu tenho lá uma certa fobia. Só a capa chega a dar náusea.
Em contrapartida, eu assisti ao magnífico Johnny and June. Simplesmente inspirador. Não só pela profunda sintonia entre os dois atores (os olhares entre eles são de babar!), mas pela história, pela trilha, pelo mérito e pelo redescobrimento da fé.
E daí que o filme é um clichê baseado naquele menino pobre, maltratado, que vira uma estrela da música country? E daí que o filme gira mais em torno de uma verdadeira história de amor, deixando muito da carreira de Johnny Cash em segundo plano?
Ai, ai...
Escrito por Ana Paula Mathias às 11h37
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A minha maior tristeza é saber que tudo isso se reduzirá a nada. E que, em pouco tempo, você será ninguém.
Escrito por Ana Paula Mathias às 11h15
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