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Que paradoxo! Ontem mesmo eu publiquei uma foto de um recém-nascido maravilhoso para celebrar a vida. Hoje, sem querer, eu vejo o seu grande valor diante da morte, diante da notícia, da possibilidade de, da gravidade de uma situação quase-morte.
O fato é o morrer. E morte não é vida - pelo menos não neste plano. E é aí, quando a vida realmente acaba, que começo a pensar nela.
Escrito por Ana Paula Mathias às 18h31
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Foto inspiração para o dia de hoje. Santa maternidade!

Escrito por Ana Paula Mathias às 17h15
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Geração sem ídolos.
Ressuscitar ídolos do rock para falar do rock está na moda. Aqui no Brasil os anúncios são da MTV. No Chile a estratégia foi adotada por uma revista especializada no assunto. O envelhecimento da foto merece parabéns ao diretor de arte (braço da Y&R).
O motivo de acordar quem está dormindo tranquilo é óbvio: faltam ídolos de verdade no mundo de hoje. Ídolos que fizeram acontecer como estes dois exemplos abaixo, ídolos do "vivo". Eles sim, de acordo com o mundo, fazem jus ao estilo, com suas caras de mau estampadas em campanhas sobre o tema. Com vocês, Jimmy Hendrix e Morrisson.


Escrito por Ana Paula Mathias às 12h06
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Infeliz era o nome dele. Que infelicidade maior poderia ter alguém cujo nome, infelizmente, foi dado Infeliz?
Ah, Infeliz... você poderia ter mudado a sua vida! Mas optou pelo caminho onde o adjetivo do seu nome estava lá, alertando-o para não ultrapassar a faixa. Quantas dicas lhe foram passadas? Quantos gritos de horror e pesadelos durante a madrugada onde, além de infeliz, você acordava medroso?
Nascer com esse nome foi uma tragédia do destino, Infeliz. E na tentativa de honrar seu nome, você misturou tudo e entrou em uma sucessão de inúmeras conjugações do seu universo. Seu próprio verbo. No tempo errado. Quando, na realidade, você deveria fazer força para sair dessa infeliz coincidência e permanecer somente com o substantivo próprio, inerente desde o dia em que você nasceu.
Infeliz não será feliz de novo. Não será feliz em hipótese alguma. Infeliz está para todo mundo e não quer mudar. Infeliz está para o seu trabalho e sua vida infeliz.
Infeliz, que assim seja você, Infeliz. Se é assim o que lhe faz feliz.
Escrito por Ana Paula Mathias às 10h53
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Pára! Quem foi que inventou essa loucura?... rá, rá, rá. Que delícia de besteiraaaa... Abaixo, a escalação da seleção brasileira para estrangeiros:
1. Did are 2. Car full 3. Look see you 4. Who one 5. When mear son 6. Who bear to car loss 7. Add dream an no 8. Car car 9. Who now do (Few now men no) 10. Who now dream you gay you show 11. Zero bear to 12. Who Jerry-o scene 13. See seen you 14. Crisis 15. Lewis on 16. G you bear to 17. June in you 18. Mean arrow 19. G you bear to silver 20. Rich are dream you 21. Fried 22. July seissor 23. Who bean You
Coach: Car loss all beer to pair here a
Escrito por Ana Paula Mathias às 21h13
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"Sou português desde que nasci. Sou português desde 1500! Sou português, mas só hoje!"
Autor: José Simão
Quando: 05/07/2006
Categoria: Citação
Escrito por Ana Paula Mathias às 11h06
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A Folha de São Paulo publicou na data de hoje, no Caderno Ilustrada, um texto de João Pereira Coutinho e o título “Escravos, mas vencedores”.
Ele compara a mediocridade com que os jogadores de times europeus jogam na Copa às denúncias do mensalão. E completa: “Roubar (mas falar) merecia um aplauso”. Até aí, concordo que muitas pessoas viram o ex-deputado Roberto Jefferson como um verdadeiro herói por desmascarar todo um sistema de pilantragem que já dura anos ou décadas ou desde que existe política no mundo.
Daí dizer que a seleção de Portugal "joga miseravelmente mas acumula vitórias" é o mesmo que dizer, nesse caso, que ser medíocre compensa, é o cúmulo do romantismo (como ele mesmo cita). Fala que a Itália joga com uma mistura de sadomasoquismo e fascismo e que, por essses motivos, deveria deixá-la de fora, ou melhor, acumulando derrotas e vexames. Por quê?
E daí que algumas das melhores seleções foram para casa mais cedo? O escritor não se conforma e diz que justiça é dar a cada um aquilo que merece.
Não acredito que o Brasil tenha merecido vitória no jogo contra a França. Mas também não pretendo ser alguma comentarista de futebol. Remeter seus próprios pensamentos à Copa de 1982 é puro sentimentalismo e fanatismo ao futebol arte, o qual é lindo, maravilhoso e emocionante. No entanto, neste caso específico, é na raça.
Escrito por Ana Paula Mathias às 10h51
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Eu preciso de uma idéia brilhante até o dia 17 de julho...
Escrito por Ana Paula Mathias às 17h12
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Ela se apaixonou. Fazer o quê se foi pelo melhor amigo do atual namorado? E ela ficou sem graça porque foi uma daquelas paixões à primeira vista, que pega daquele jeito e faz com que uma reação corporal/normal seja a última resposta voluntária do corpo. Tudo torna-se involuntário a começar pelas bochechas quentes e vermelhas.
E agora que ele estava sentado quase na frente dela e o namorado ao lado? Pra onde olhar? – ela pensava e olhava para um lado só, o lado do seu namorado. Estava certa de que sairia do restaurante com aquele torcicolo, sem contar com o peso na consciência de ter de terminar um relacionamento que já durava lá os seus quatro meses.
Sim, porque ela não conseguiria mais continuar com a relação. Seu corpo emitira todos os sinais de que a paixão a havia fisgado. O pior: à primeira vista pela primeira vez.
Foi difícil, mas ela terminou o relacionamento quinze dias após conhecer o melhor amigo do, então, ex-namorado.
- Apostar as fichas, apostar as fichas sem certeza de nada. Será que é o correto? E o risco de ficar sozinha nesse mundo ridículo? – ela passou a pensar. Esperou mais quinze dias para fazer o primeiro contato. Para não dar na cara - pensou. Ok, ela daria na cara futuramente mas era melhor que deixasse a poeira baixar. O ex-namorado não havia entendido nada, chamando-a de louca e inconstante. Por isso, os longos quinze dias, que demoraram anos a passar, tornavam-se obrigatórios.
Ela já sabia o telefone do trabalho dele pois era o mesmo telefone do trabalho de seu antigo namorado. Ligou. Fez voz parecida com qualquer outro animal que não fosse doméstico. Conseguiu enganar a recepcionista com todo o seu descaramento e conseguiu o que mais queria: o endereço eletrônico do alvo de sua paixão.
Mandou e-mail. Alegou qualquer coisa para revê-lo. Ele aceitou a proposta e marcou para a mesma noite. Os dois saíram. O trânsito não ajudou e ela chegou trinta minutos depois dele, que já bebericava uma dose de whisky.
Ela sentiu um clima no ar; um olhos nos olhos; um interesse recíproco; um bom papo; várias risadas ao longo da noite e tinha certeza de que estava no caminho certo. Ela tinha certeza de que suas fichas eram de verdade e que lhe traria grandes felicidades como há muito tempo não sentia com um parceiro.
O único detalhe que a preocupava era o fato de não saber se a maquiagem estava no lugar. A luz de dentro do carro havia queimado e ela não conseguiu enxergar um milímetro dos cílios quando precisou aplicar o rímel. Para que serve retrovisor? – ela reclamava ofegante, aliás, nervosíssima.
E quando se despediram, foram cordiais, com um beijo no rosto onde agradeceram pela noite agradável que proporcionaram um ao aoutro e um provável reencontro na mesma semana... será?
Ela enviou um e-mail agradecendo, mais uma vez, a noite que tiveram. – Só para manter contato do tipo “não sumi no dia seguinte pois estou interessada”. Ele retornou a mensagem com um simpático “eu também”. E acrescentou: “temos muitas coisas em comum”. Bom. Muito bom.
Ela estava feliz. Ela se programou para as próximas semanas que a aguardavam e, por que não dizer, meses ou anos. As pessoas a sua volta estranharam já que ela acabara de sair de uma depressão proveniente de problemas no trabalho. Havia dias sentia-se incapaz, incompetente, sem talento, incompreendida. Mas durante aqueles dias ela esteve nas nuvens, cheia de esperanças do começo de um recomeço.
Ele sumiu. As mensagens que ela esperava nunca chegaram. A proposta de revê-lo não veio e, com isso, a possibilidade de que uma ilusão havia sido formada despencou em sua cabeça.
Ela ainda teve fôlego para procurá-lo a fim de testar o tom de suas palavras através de um e-mail escrito a 50 dedos. Ligar? Imagina se ela agüentaria ouvi-lo seco ou frio ou desdenhoso! Por isso ela escreveu. Escreveu que estava com saudade. Sim, saudade dele. Saudade de vê-lo, de acompanhar o formato do sorriso no rosto, da impostação de sua voz, de um momento que ela nunca teve.
E que nunca teria.
Escrito por Ana Paula Mathias às 16h59
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E eu perdi essa... ai, que raivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Depois de uma declaração do departamento médico sobre a bolha no calcanhar de Ronaldo - O Fenômeno - olha a criatividade da agência.
Assina a peça: "Se depender de nós vai ter gol até de calcanhar"
Escrito por Ana Paula Mathias às 21h49
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Espertos de plantão devem ter sacado a grande jogada de marketing da Nike no jogo Brasil X França. Não é pra menos que a marca é reconhecida como uma das grandes patrocinadoras do evento. Não é.
Escrito por Ana Paula Mathias às 21h41
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O Karma Kameleon real de Boy George
E não é que o grande representante do estilo “new wave” vai ter que cumprir pena por posse de drogas? Varrer as ruas de um parque em Nova Iorque por 5 dias foi o castigo imposto por um juiz.
Pô, a droga foi encontrada dentro da casa do cara... sei lá quantos anos ele tem (lembro de eu ter uns 4 anos quando o cara era sucesso absoluto na década de 80 com seu grupo Culture Club).... quer saber? Deixa o cara quieto no canto dele.
Tanta coisa mais importante pra fazer!
Escrito por Ana Paula Mathias às 15h01
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Só os Santos vão entender.
Em especial, vou precisar muito disso amanhã: da força de todos os santos envolvidos em uma só voz. YES!, quer dizer, AMÉM!
Escrito por Ana Paula Mathias às 19h35
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As coisas acontecem para quem se empenha. As coisas acontecem para aqueles que realmente lutam e têm um ideal, um foco, uma meta. Tudo isso embalsamado no amor. No amor um pelo outro, no amor que toca, que nos percebe, que nos vê, que sente; o amor universal pela vida, pelo destino, pelas perdas e conquistas. Simplesmente o amor em sua maneira mais humilde de ser. Mas não quero falar de amor. Eu quero falar de conquista.
E ter um rumo é o ingrediente para esta conquista de um lugar no mundo, de trabalho ou serviço ou de um bem, seja ele material ou bem-amado. O rumo nos move para frente, nos dá visões, molda a traço o nosso estilo para, enfim, tornar-se realidade.
Falo isso porque estou orgulhosa de ter uma amiga que conquistou a próxima fase de sua vida. Batalhadora e apaixonada, ela fez acontecer, como sempre faz desde o dia em que a conheci, o grande sonho de sua vida: ter um canto para viver ao lado do homem de sua vida. Só aí são duas conquistas. E difíceis, vamos combinar!
O que eu sinto é uma mistura de orgulho – porque sim, esta é minha amiga - de felicidade, de emoção, de crença - porque sim, a vida dá certo e é só acreditar.
Também não quero aqui chegar em um lugar comum num misto de auto-ajuda/conselheira do bem em prol da perseverança ou do amor verdadeiro. NÃO!
Eu só quero deixar registrado que as coisas dão certo porque eu vi, e que acompanhar essa tarefa ou fazer parte desta grandiosidade, tanto faz, só traz o bem.
Nos cercar de pessoas que fazem acontecer um grão de areia ou uma montanha é só do bem. Nos cercar de pessoas que transformam o seu próprio mundo em busca da felicidade plena só faz-me crescer... e acreditar... e aprender... e modificar.
Parabéns para os dois, meus grandes amigos.
Escrito por Ana Paula Mathias às 19h31
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