Escrito por Ana Paula Mathias às 15h12
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Qualé?
Acordei mais cedo do que o costume. De repente senti vontade de levantar da cama mais cedo sem enrolar de um lado para o outro fazendo de conta que era sábado à tarde e eu ainda tinha todo o tempo do mundo pra pensar em qualquer coisa que não fosse tomar um banho rápido, uma xícara de café preto, colocar a primeira roupa e tchau!
Bom, na verdade eu fiz tudo correndo. A única diferença foi a falta de enrolação na cama e de idéias de arrumar uma boa desculpa para chegar atrasada no escritório. Quanto mais eu quero dormir mais eu quero dormir.
Banho rápido – ok
Xícara de café preto – ok
Cabelo penteado – ok (a franja já está muito grande e, por isso, me irrita demais).
Primeira roupa que vi para me trocar – ok (salvo a calça nova que comprei no sabadão).
Escova o dente e tchau! – ok
No caminho, coloquei um CD bacana. Senti que o dia seria legal, sem muitas promessas, mas também sem muitas atribulações.
CRASH!PAW! É, bateram no meu carro em pleno viaduto que desemboca na 23 de maio. Para ser mais precisa, um Voyage deu uma entrada na traseira do coitado. Quando desci, ufa, só havia amassado o engate. Bom, mas se houvesse acontecido dano maior, eu estava fora dali de discutir com um cara vestido com a jaqueta do Lakers, óculos escuros e boné, mandando um vocabulário do tipo: “- Qualé?” E eu pensei, só pensei: “Qualé o quê? Qualé o quê está acontecendo?”.
Fique ali, parada, com cara de idiota olhando para a cara do homem sem responder nada e ele, de novo: “- Qualé, moça?”. Respondi: “- Qualé nada, parceiro! Só amassou o engate. Deixa que eu troco, falô?” Parceiro? Tudo bem, vai! Eu havia acabado de acordar.
O que me deu na cabeça de não ter enrolado na cama, hein? Qual é que foi a minha hoje de manhã?
Escrito por Ana Paula Mathias às 10h24
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1 moedinha no cofrinho do prefeito, no mau sentido da palavra
O doloroso momento de pagar para estacionar pode, ao menos, fazer a gente sorrir com esta idéia genial em adesivo para os parquímetros. Neste caso, a figura é justamente o prefeito de Madri, Ruiz Gallardón.
E que isso bem que poderia virar moda por aqui, poderia. Imaginem quantas personalidades estariam nesta posição, digamos... nada confortável!...rs. Vou até colocar o texto na cor rosa para vibrar que a idéia chegue até o Brasil.
Qual é o problema? Tudo termina em pizza, ou melhor, ópera.
Escrito por Ana Paula Mathias às 09h40
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