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Porta de entrada

 

Não basta a definição da ONU, não basta a definição da lei sancionada pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

O que motivou a minha ida a Comunidade Nossa Senhora do Bom Parto foi muito mais do que isso. Foi uma necessidade de servir ao próximo com tudo o que eu sei fazer de bom, além de todo o afeto, carinho e amor que eu sei que eu posso oferecer.

A matéria publicada na revista Veja São Paulo na semana do dia 11 de outubro a respeito da Casa Bakhita foi o princípio de tudo. E, ao final da mesma, eu já tinha a minha decisão.

Ontem, de acordo com informações dadas pela própria casa em questão, fui parar na Comunidade Nossa Senhora do Bom Parto. Numa reunião chamada de “Reunião dos Voluntários”, todo o trabalho de assistência social foi meticulosamente explicado para que ninguém saísse de lá com qualquer tipo de dúvida (inclusive quanto à idade das crianças que venhamos a assistir). Tudo é muito bem explicado para que nós tenhamos a certeza de que estamos prontos para este trabalho especial. E eu ali, doida para me inscrever.

De todas as aulas de arte que tive até agora (todas resultados de uma forte necessidade de aliviar o meu estresse de publicitária redatora) é, hoje, visto como um dom que eu posso e devo passar para aquelas crianças abandonadas pelos pais, crianças que sofreram algum tipo de abuso sexual ou autoridade severa, crianças que foram recolhidas das ruas e crianças que cometeram algum tipo de crime e querem viver melhor.

Fiquei orgulhosa. Percebi que há muito tempo não tinha esse tipo de sentimento. Meus olhos encheram de lágrimas. Até voltei aos meus 15 anos quando fazia magistério sem querer fazer magistério. Que engraçado!

Receosa, optei por começar pela entidade que eu havia conhecido através da revista pois foi ela a razão pela qual eu senti que podia ser voluntária também.

Conhecida como porta de entrada de bebês abandonados nas lixeiras ou em qualquer outro lugar, a Casa Bakhita recebe bebês de 0 até 6 anos (durante esse período eles podem ser encaminhados para adoção).

Minha ficha foi aprovada. Estou feliz e satisfeita de poder ser útil.



Escrito por Ana Paula Mathias às 11h47
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Olhando bem para o meu desenho, até que a garrafa tá com a tampa meio torta, né? E se for olha muito mesmo, a alça do bule tá desproporcional ao tamanho do próprio bule. Não quero tirar conclusões agora porque, como o santo do meu professor disse: tá ótimo.

Hoje eu espero ir ao cinema para assitir O Diabo Veste Prada. Se realmente acontecer, amanhã vai rolar uns comentários.



Escrito por Ana Paula Mathias às 11h02
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Fiz a minha primeira aula de Design de Acessórios. A prova concreta desse fato está logo abaixo: o primeiro desenho que eu faço desde a 4ª série (se eu não me engano).

O professor gostou (ou fez isso porque eu tô pagando muito caro pelo curso). Apesar que ele também quis motivar, afinal de contas, eu cheguei pra ele e disse:

“- Ó, meu último desenho a mão livre foi feito em 1985 e era aquela casinha de 6 traços retos”.

Bom, acho que, depois dessa, ele esperava uma porta....rsrsrs. Vivendo e aprendendo. No meu caso, vivendo e desenhando.



Escrito por Ana Paula Mathias às 14h20
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Excelente livro para começar a entender um pouco a respeito de planejamento de coleção no mercado da moda. Dá uma idéia muito boa sobre inspiração, aonde buscar o tema, a novidade, pesquisa e afins.

 



Escrito por Ana Paula Mathias às 16h54
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Volta às aulas

 

Amanhã é o primeiro dia do meu Plano B. Bom, já disse que venho pesquisando e estudando muito a respeito de uma nova área do mercado. É isso mesmo! Deixei pra trás a experiência dos últimos 5 anos de redatora na área de publicidade ( e, com isso, meu diploma da faculdade de Propaganda e Marketing e meu MBA em Marketing). Acho que a vida é isso: tentativas de acerto. Melhor ainda: tentativas de ser feliz. E não é porque me formei e gastei milhares de reais em uma área, que eu deva continuar nela.

Me desapaixonei pela publicidade assim como nunca mais quis trabalhar em produção de TV. Me desapaixonei também.

Na busca pela felicidade e, principalmente, para me ver bem (não bem-sucedida; bem de bem-estar) eu recomeço de peito aberto para novas descobertas e novos horizontes.

Não vou mais falar de publicidade, de propagandas famosas, de prêmios. Não quero mais falar sobre isso. Pelo menos por enquanto. Preciso abordar novos horizontes, novos rumos pois é pra isso que eu estou caminhando neste momento.

Design de acessórios de moda. É esse o curso o qual estou matriculada. Putz, dá até frio na barriga só de pensar que eu vou aprender a desenhar. Nem acredito que eu vou sair, de uma vez por todas, daquela casinha que eu desenhava quando estava no primário. Dá pra acreditar que a minha referência artística ainda é essa?...rs.

Não sei o que virá, mas vou scannear um dos meus primeiros desenhos pra ficar de arquivo. Quem sabe eu poderei dar umas risadas quando eu crescer?



Escrito por Ana Paula Mathias às 16h43
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Peguei este CD na Saraiva assim... do nada, quer dizer, eu já conhecia a música que é tema do álbum (The chronicles of life and death). Muto boa, por sinal. Apostei e gostei do reportório da banda. Vale a pena.



Escrito por Ana Paula Mathias às 16h31
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A perfeição nos leva a loucura. A busca por ela é insana. Qualquer ser humano pira na tentativa de alcançá-la. Eu enlouqueci. Ou, quem sabe, estou quase lá. Chegar lá seja, obviamente, nunca foi o destino ao qual eu planejei durante os meus 28 anos de idade. Não. Nunca. Caso contrário eu estaria em uma camisa de força.

Nessa hora, sim, exatamente neste minuto eu gostaria de fazer o que a maioria das pessoas estão fazendo: preparando-se para sair, festejando a sexta-feira pois é ela o tão esperado dia que desejamos desde o começo da semana. É sempre assim.

Pessoas nos bares brindando o fim do expediente com planos de serem tão mais felizes quanto no sábado e/ou domingo que passou. Eu gostaria de fazer parte dessa massa, dessa gente que, numa hora como esta, está rindo, meio bêbados, falando nada com nada e todos entendem o significado de qualquer palavra que seja dita. Quem importa? Afinal de contas, todos nós teremos dois merecidos dias de descanso para comemorar. E o ciclo vicioso recomeça assim que abrimos nossos olhos e nos deparamos com uma segundôna gorda prontinha esperando por nós.

Eu gostaria de fazer o que mais da metade de minhas amigas estão fazendo nessa hora: trocando a roupa por uma fantasia porque logo mais haverá um baile.

Meu estado é lamentável. Depressivo, de acordo com o que ouvi ontem.

Fiquei chocada, mas foi só nos primeiros cinco minutos até entender que, finalmente, alguém havia dado um nome à alguma coisa que realmente venho sentindo, porém tinha medo de pronunciar. O lado bom, pra mim, foi que, a partir do diagnóstico houve um complemento estranho: “Como é que você consegue esconder isso, desse jeito, dessa forma, de todos que estão ao redor? Moça, você vai pirar. Nenhuma cabeça segura por muito tempo.”, (como se eu não desconfiasse da força que eu faço todos os dias – pensei). Ah! O lado bom? O lado bom foi que eu ainda consigo enganar todo mundo com essa cara que eu tenho (minha mãe sempre disse que eu deveria ser atriz). Exceto ontem. Mas ontem foi um deslize que não dava para esconder diante dos fatos que me foram apresentados.

Agora dói. Não costumava doer tanto.

De todas as coisas perfeitas desse mundo; de todas as decisões perfeitas que são tomadas; de cada pincelada perfeita que é dada; de cada pedra preciosa que é lapidada perfeitamente; de toda a perfeição existente ao redor dos quatro cantos; de todo o corpo perfeito; de cada palavra escrita ou falada pelo perfeccionista, há a loucura que enlouquece e provoca a dor.



Escrito por Ana Paula Mathias às 21h38
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PLANO B

Minha mais nova missão impede de ter tempo para escrever mais. Quem mandou eu entrar em um mercado totalmente diferente? Não paro de estudar e fazer pesquisas. Ai, meu Deus, prometo que serei mais assídua.

O que eu posso dizer desta nova fase é que as coisas estão mais equilibradas em minha vida. Tem dias em que eu acordo e a felicidade que eu sinto é a certeza de que eu também fiz a opção correta. E esse é o meu Plano B.



Escrito por Ana Paula Mathias às 15h01
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Minhas investidas nas peças que faço começaram hoje. Eu não disse que eu estava atravessando um momento mais... mais... eu? Espero que dure por muito tempo. Espero que dê certo também. Nova fase empolgante com sabor de novo mercado, novas experiência e novas tentativas!

O que é da vida senão isso mesmo?



Escrito por Ana Paula Mathias às 14h42
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Até que enfim eu consegui. Neste final de semana eu quebrei uma das maiores barreiras pela qual eu já passei no cinema. Respirei fundo e fui alugar, pela quinta vez se eu não me engano, o filme “Camisa de Força”. Aquela cena em que o grupo de enfermeiros trancam o ator dentro daqueles túmulos de gaveta era demais para a minha saúde. E todas as vezes que chegava nessa parte eu fechava os olhos ou ia para o meu quarto ou desligava mesmo.

Igualmente à história da roda gigante em que a criança fica tranqüila lá no alto enquanto tem a certeza de que seus pais estão por perto para tomar conta, pedi que meus pais sentassem ao meu lado (ou você acha que não houve uma preparação anterior para esta quebra de paradigmas?). A minha mãe quase teve um treco, mas só dessa forma para que eu conseguisse dormir o sono dos valentes.

Gostei muito da história, muito, muito. O ator está ótimo na pele de um indivíduo que sofre de amnésia após seu retorno da Guerra do Golfo. Acusado de matar um policial no caminho de volta a sua terra natal, ele acaba como cobaia de um tratamento esquizofrênico de um médico masoquista.

Adorei. E acho que vi no momento certo.

 

TRAILLER



Escrito por Ana Paula Mathias às 14h39
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Medo de amar. Medo do amor. É dessa forma que o autor conta a história de um personagem que chega até os seus noventa para, de repente, se apaixonar. E, pela primeira vez, sente-se renovado, revigorado.

Para uma pessoa que sempre pagou para ter sexo – e mesmo aquelas que não eram “da vida” ele fazia questão de pagar como um meio inconsciente de não se apaixonar – vê seu mundo de um ângulo diferente quando o ciúmes toma conta de seu ser e começa a quebrar todo o quarto do bordel o qual passara a se encontrar com sua grande paixão.

Memórias de minhas putas tristes conta a triste história de seu personagem principal que, no dia do seu aniversário de 90 anos, presenteia-se com uma noite de sexo com uma adolescente virgem. Pois é, essa é a sua fantasia. Quando chega ao quarto indicado, o personagem vê a jovem dormindo no mais profundo sono. Tocado com a cena, ele não tem coragem de acordá-la e acaba se apaixonando perdidamente por ela.

Tempo perdido pelo tempo que passou e não volta mais, eu senti que o personagem se arrepende por todos os amores que passou e não se entregou.

É um livro para pensar durante a vida inteira.



Escrito por Ana Paula Mathias às 11h25
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Hoje eu acordei com uma estranha sensação de que eu posso e consigo manter um equilíbrio maior entre as coisas. É uma sensação esquisita que faz com que eu acredite profundamente que tudo pode melhorar de uma hora para a outra, como num piscar de olhos.

Pirlimpimpim!



Escrito por Ana Paula Mathias às 10h47
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Tudo bem que, como redatora publicitária, valorizo e, sempre que posso, priorizo o texto. Mas, neste caso

em especial, o texto estragou a peça. Pôxa, a imagem fala-se por si mesma. Sem contar que fonte

utilizada não combina com nada. A idéia é boa mas alguém (cliente ou a própria agência que não soube

sintetizar) matou tudo.



Escrito por Ana Paula Mathias às 17h26
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BUNDAMOLISMO

A Fischer América criou um vídeo alertando a respeito do Bundamolismo. Nada mais é do que o medo que os anunciantes têm em arriscar uma idéia diferente, uma atitude mais ousada sugerida pelos criativos do Brasil.

O link para ver o vídeo está logo abaixo. Vale a pena, principalmente se você acha que possue sintomas desse mal...rs

http://www.youtube.com/watch?v=IGqQMGAFV4M



Escrito por Ana Paula Mathias às 16h04
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Acredito que ontem tenha sido o último dia em que eu tenha assistido ao programa “O Aprendiz” com Roberto Justus. Não dá para acreditar em tamanha burrice por parte dos integrantes, além da falta de preparo intelectual e incapacidade de resolver problemas. Pior foi a declaração de uma das candidatas à vaga de publicitário em Nova Iorque que disse que sua liderança foi ótima porque o grupo havia almoçado. É mais do que óbvio que foi motivo de piada para a banca da Y&R. Foi até pra mim que sou mera telespectadora do canal People and Arts.

É inegável a qualidade mil vezes superior que o empresário Donald Trump impute em todos os episódios (desde suas caras e bocas até seus comentários e cortadas na moçada). Sem falar que lá nota-se claramente a preocupação com a seleção dos participantes. Graças a Deus os gringos sabem, ao menos, falar a língua inglesa com fluência. Aqui é uma mistureba de concordância com erros arcaicos de português de grau primário.

Admiro o Roberto Justus e amaria trabalhar ao lado dele. Aqui, não quero nem entrar no mérito de sua performance como apresentador de TV. Na verdade, o que eu mais quero é ouvir seus comentários pra tirar algum proveito. Agora que os seus aprendizes são farinha do mesmo saco e que, juntando todos eles não dá nem metade do que seu futuro patrão espera de um estagiário de 1ª semana... a, não dá mesmo!



Escrito por Ana Paula Mathias às 15h41
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